Noite de autógrafos - 04 de maio

Olá!
É com muito orgulho que convido vocês todos para a noite de autógrafos de Cultivados.

Será na sexta-feira - 4 de maio - às 19:30, nas Livrarias Curitiba do Joinville Garten Shopping.

Haverá exemplares disponíveis na hora por R$24,90. Quem já tiver o seu pode levar também.

Conto com a presença de todos.
Até lá!

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Sinopse: 
Quando uma misteriosa pestilência assola o planeta e extingue praticamente todos os recursos disponíveis, a civilização por pouco não chega ao fim. Uma fração sobrevivente consegue se manter pulsante e estável por décadas, mas para isso, escolhas tiveram de ser feitas e aceitas. Em “Cultivados”, a capacidade de adaptação e reinvenção da humanidade é explorada, em uma história sobre sobrevivência, ignorância e determinação.

Fan Page:
http://www.facebook.com/cultivados

Cultivados no Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/185851

Podcast sobre ficção científica

Para quem gosta literatura, o nerdcast da última sexta-feira é um prato cheio de conhecimento. Altamente recomendado. Clique na imagem para ouvir o programa.

Se empolgou e quer ler algo no gênero? Compre já Cultivados clicando AQUI.

Cultivados nas livrarias

Quem mora em Joinville já pode comprar “Cultivados” nas Livrarias Curitiba do shopping Mueller pelo preço original - R$24,90. Corram =)

Ah, aproveite para curtir a página no Facebook: www.facebook.com/cultivados

Matéria no jornal Notícias do Dia

Escritor de Joinville lança livro na

Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Romance de Rodrigo Baptista narra a tentativa de sobrevivência da humanidade após uma peste inexplicável assolar o planeta

A Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que começa hoje, será o palco do lançamento de “Cultivados”, o primeiro romance de ficção científica escrito por Rodrigo Baptista. Mas o trabalho por pouco não ficou trancado no computador desse autor joinvilense: depois de não ser premiado num concurso literário, Rodrigo tentou novamente até enfim conseguir ter seu texto publicado.

Motivação que acompanha o escritor desde os tempos em que era estudante universitário. A vontade de escrever “com liberdade”, como o próprio define, fez o ex-redator publicitário migrar para a área de direção de arte, na qual a criatividade era mais instigada. Fora do trabalho, Rodrigo sempre se dedicou à escrita como frequentador de blogs literários. Num desses, resolveu participar de um concurso no qual o prêmios seria a publicação de um romance. “Eu tranquei a faculdade, na produção da monografia, para me dedicar”, relembra.

“Cultivados” nasceu nessa época, mas não ficou entre os contemplados. Tempos depois, em outro concurso promovido pelos sites Skoob e Subtítulo, em parceria com a editora Oficina de Livros, Rodrigo conseguiu a publicação. “O livro está entre os primeiros lançamentos de um novo selo dessa editora, para jovens autores”, conta.

Desde março, o publicitário e escritor fez algumas adaptações em “Cultivados”. Agora, aguarda até sábado, data do lançamento no Rio de Janeiro, quando enfim terá seu livro nas mãos. “Só vi a capa e a diagramação interna, mas pelo computador. Ainda não tive a oportunidade de tocá-lo”, aponta.

Em “Cultivados”, Rodrigo visita uma trama bastante explorada por autores do gênero: a tentativa de sobrevivência da humanidade após uma grande hecatombe. No caso, uma peste inexplicável que dizima boa parte da civilização mundial. O livro aborda a capacidade de adaptação e reinvenção dos sobreviventes, décadas depois da tragédia.

Para montar sua história, Rodrigo diz ter buscado referências em clássicos da literatura, como “1984”, de George Orwell, e filmes apreciados por fãs de ficção científica, em especial “Laranja Mecânica” e “Blade Runner”. “Essas histórias exploram uma característica exagerada da civilização de agora, mas que naquele futuro se torna um fator alienante da sociedade”, completa.

Mas, apesar desse flerte com o gênero, Rodrigo rejeita o rótulo de “autor de ficção”. Tanto que o segundo romance, já em produção, é definido por ele como “mais concentrado nas relações humanas”. “Não quero ser lembrado só como escritor de ficção, mas sim alguém que escreve histórias”, explica.

http://www.ndonline.com.br/joinville/plural/escritor-de-joinville-lanca-livro-na-bienal-do-livro-do-rio-de-janeiro.html

Compre já!

A Bienal

A minha vontade era de escrever este pequeno texto logo no caminho de volta da Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, mas me segurei e resolvi a poeira da empolgação se dissipar. Minhas palavras não são tão tocantes quanto as do Yuri, mas não posso deixar passar em branco.

Há algum tempo eu já cultivava (há!) a ideia de escrever um livro. Parecia um tanto utópico, uma vez que poucas vezes eu havia escrito um texto mais longo que uma dissertação para o vestibular. Se redigir uma mísera página no word já era um sacrifício, imagine um livro. Cento e tantas páginas de uma única história. As desculpas para postergá-lo eram infindáveis.

Até que me deparei com um concurso literário. Trinta mil reais para o autor vencedor, além da obra publicada nas livrarias de todo o país, por uma editora renomada. Tentador. Abdiquei dos meus compromissos daquele semestre para me dedicar especialmente ao livro - o mês era setembro, ou seja, deixei muitas coisas pela metade. Possuía um prazo curto para concluir a obra. Procrastinar não era uma opção. Mão na massa.

Não ganhei o concurso.

Deixei o livro na gaveta (e por gaveta entenda “Meus Documentos”), fazendo pequenas alterações esporádicas nele. O tempo passou, os meses avançaram e me deparei com outro concurso literário - o “Publica meu Livro”. O prêmio era modesto se em comparação ao anterior, mas eu não vi problema algum nisso. Resolvi apostar.

Não ganhei o concurso.

Mas o Lorran - um dos organizadores - entrou em contato comigo. Queria publicar o meu livro, através de um selo editorial que estava prestes a nascer - o Subtítulo. Oriundo de um blog, o selo buscava (e busca) novos autores, e tive a sorte e o privilégio de ser um dos primeiros. Após meses trocando emails e discutindo detalhes, o livro estava pronto. E seria lançado na Bienal do Livro. Emocionante.

O dia chegou, após meses de espectativa. Os galpões enormes do Riocentro estavam lotados de gente e de livros, com grandes editoras e stands pra lá de elaborados. Tinha até um que era um labirinto, para divulgar algum livro que acabei não prestando atenção. Eu não tinha olhos para os outros livros. Eu havia planejado tietar o Ziraldo, o Maurício de Souza e quem mais estivesse lá. Na hora, nem dei bola. Eu só tinha olhos praquele stand modesto e perfeito. Pequeno no tamanho, mas gigantesco no carinho e na dedicação. O stand da Oficina de Livros e do selo na qual eu faço parte, o Subtítulo.

Ah, como foi bom ver a pilha de “Cultivados” novinhos ali, só esperando pelos leitores. Meu filho, afilhado do Lorran (hoje meu editor - cuja calma e competência me impressionaram), irmão do Azul Miosótico e do Você Tem Meia Hora. Primo do Cartas de Siracusa, que não é do Subtítulo, mas tá ali do ladinho. Demais.

Conhecer os outros autores que, junto comigo, estão ajudando a construir um selo editorial foi sublime. Parecia que eu já conhecia há muito a Camila Nascimento, o Yuri Emanuel e o Douglas Marques. Retração zero. Éramos uma família ali. Juntos, trocamos impressões, sensações, medos. Discutimos processo criativo, demos entrevistas juntos, assim como autógrafos. O Yuri seu jeito autêntico, a Camila sempre cercada por fãs e o Douglas contagiando a todos com seu jeito frenético, mesmo afirmando estar acordado há mais de 48 horas. Isso fora a equipe da Oficina / Subtítulo - Lorran, Ricardo, Nathália, Celeste e todo mundo.

A Bienal foi apenas o começo de um longo caminho, mas foi um começo inesquecível e catártico. Um momento marcante, que já está cravado em mim, que será contado aos meus netos. Estou apaixonado por todos. Estou apaixonado pelo dia 3 de setembro de 2011.

Cultivados no Notícias do Dia

Semana passada saiu uma matéria de uma página sobre o meu livro e eu no jornal Notícias do Dia, de Joinville - SC. Gostei bastante do resultado. Vocês podem ler a matéria completa aqui.

Não tenho nem palavras =)

No A Notícia, mais uma vez

E “Cultivados” mais uma vez aparece no jornal A Notícia - de Joinville, SC -, desta vez na home de sua versão online, através do Blog do Aldo, focado em literatura.

Indescritível a sensação de ver o filhote ganhando exposição ;)

Tá nascendo o filhote. Tá chegando a hora =)

Tá nascendo o filhote. Tá chegando a hora =)